Tendo câncer de mama na pandemia: um estudo qualitativo de um caso

Autores

  • Oya Ögenler Mersin University
  • Selda Okuyaz Mersin University
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Resumo

Câncer de mama é o câncer mais comum e ameaçador à vida entre mulheres. Características individuais, sócio-econômicas e culturais e a sociedade na qual ela vive, afetam a qualidade de vida e o estado de saúde da mulher durante o processo do câncer. Os problemas éticos que as mulheres vivenciam devido ao câncer de mama em tempos normais, tornaram-se mais complexos com problemas adicionais relacionados à pandemia pelo COVID-19. Esse estudo objetiva aumentar a conscientização sobre a importância da abordagem biopsicossocial na relação médico-paciente, através das experiências de um caso diagnosticado com câncer de mama. Nosso estudo avaliou e comparou experiências e opiniões de uma mulher de 52 anos de idade diagnosticada com câncer de mama ductal invasivo nos primeiros seis meses da epidemia com a literatura. Está claro que câncer de mama está intimamente ligado a identidade sexual e “ser um paciente com câncer” pode ser descrito como uma crise que muda a vida. O período da pandemia tem características desfavoráveis para paciente com câncer devidos às restrições. Ela afirmou que a paciente diagnosticada com câncer tinha características positivas, tais como a relação médico-paciente e os determinantes sociais nos processos relacionados ao hospital, mas ela vivenciou exclusão social devido ao período da pandemia. Como resultado, está claro que a visão holística biopsicossocial do pessoal de saúde é tão eficaz quanto as características individuais do paciente e os determinantes sociais, a relação entre o paciente e o pessoal de saúde, e a definição do processo de tratamento.

Palavras-chave:

câncer de mama, relação médico-paciente, COVID-19, questões éticas, qualidade de vida